quinta-feira, 13 de agosto de 2015

As pessoas no caminho

      Viajar é muito bom, um remédio que sempre recomendo para a vida de todo mundo. É maravilhoso visitar lugares diferentes, descobrir histórias e História, conhecer novas culturas, provar comidas desconhecidas, andar despreocupado. Além de tudo isso, uma das melhores coisas de viajar são as pessoas com quem vamos cruzar. Podem tornar-se amigas ou não, mas de alguma forma marcam a nossa caminhada, compartilham com a gente momentos únicos e ajudam a mudar a nossa visão do mundo. Escrevi o texto abaixo em 2010, sobre duas pessoa que conheci, dentre tantas, e que marcaram a minha vida.

      Viajar, em todos e nos mais profundos sentidos dessa palavra, mudou a minha vida. O que quero dizer é que não basta ser um turista, você tem que ser um viajante. Quando me tornei uma viajante passei a ver tudo com outros olhos, as histórias, os prédios, as paisagens, os hábitos, as comidas, as músicas, as danças. Me tornei mais tolerante e confiante (especialmente depois que passei a viajar sozinha) e me dei conta de que os "cartões postais" são apenas detalhes. O que vale mesmo são as experiências que você vive, as pessoas que você conhece. E é isso que me fez querer botar a mochila nas costas e viajar mais e mais. 
      Algumas pessoas que conheci vou levar pra vida toda. Uns como amigos muito próximos, outros como aqueles que só vou falar de vez em quando, mas que também são especiais e vão ficar pra sempre. De boa parte não peguei contato algum e provavelmente não vou ver nunca mais, o que não diminui a importância que tiveram na minha vida. Tem uns até que espero não encontrar novamente, porque não estamos livres de conhecer pessoas chatas, mal educadas e inconvenientes numa viagem. Só que elas também me fizeram aprender algo. E há, além disso, aquelas com as quais eu nunca troquei uma palavra; só as observei de longe, num momento tão especial, que elas nem imaginam que sempre estarão nas minhas lembranças, um ser que mora do outro lado do mundo, e que elas não têm idéia que exista. 
      Tem umas que eu conheci nos albergues, companheiras de quartos, ou de café da manhã, ou de bar. Tem outras que conheci em filas, sentada numa praça, nos trens, nos aviões, nos free walking tours. Tem muito brasileiro que conheci na internet, antes de partir, e encontrei por lá. Foi muita gente, e freqüentemente tenho que fazer esforço pra lembrar de (quase) todas.
      Senti vontade de compartilhar (com quem quer que leia isso) a experiência de ter conhecido duas pessoas na minha última viagem. Uma é daquelas que eu provavelmente nunca mais verei, e a outra eu falo de vez em quando.
      A Maria era uma senhora (de uns 60 anos) polonesa que encontrei num trem de Berlim a Cracóvia. Ela estava sentada ao meu lado, e eu a ajudei a colocar a mala no bagageiro. Acontece que ela havia sentado no lugar errado, o assento correto era o da frente e rolou uma pequena confusão entre ela e a adolescente "dona" do lugar. A Maria então foi pra sua poltrona e depois de alguns minutos a adolescente pediu pra eu trocar de lugar com uma amiga dela. A Maria disse pra eu sentar ao lado dela, já que o assento estava vago. Ela me ofereceu um pêssego e balinhas tipo jelly belly. Eu disse que não precisava, mas ela insistiu, e eu acabei aceitando. O que foi ótimo, porque o trem partiu muito cedo e eu só consegui comprar um biscoito para comer durante a viagem, que duraria 10 horas. Detalhe: A Maria não falava inglês, só polonês e alemão. Eu estudei alemão há muuuuuuito tempo, mas é uma língua bem difícil e que eu não pratiquei. Ou seja, esqueci quase tudo. Com o pouco que eu lembrava fomos conversando, e eu consegui entender que dois dos três filhos dela moravam em Berlim, era por isso que ela vinha de lá. Ela também tinha um neto de 6 anos e uma jovem sobrinha que estava estudando engenharia em outra cidade na Alemanha.
      Depois de umas 4 horas do início da viagem a Maria desceu em Legnica, sua cidade. Antes de ela ir embora, escrevi-lhe uma cartinha em inglês, agradecendo por tudo, pela companhia dela, pelas frutas e balas, pedindo desculpa por não ter conversado mais com ela, pois meu alemão era sofrível, e dizendo o quanto eu tinha adorado conhecê-la. Entreguei a carta e tentei falar pra ela pedir pra alguém traduzir. Deixei o meu e-mail também, pra que ela entrasse em contato, se quisesse, e a convidei para vir ao Brasil com a família. Nunca recebi nada, nem dela nem de algum parente. Não sei se alguém traduziu mesmo a minha carta, se ela a guardou ou a perdeu. Ou até jogou fora. Não me importo. Foi tão carinhosa a forma como ela cuidou de mim naquele trem, como tentou entender o que eu falava, misturando um péssimo alemão com inglês. A maneira como ela me agradeceu por eu tê-la ajudado com a bagagem, isso eu nuca esquecerei. Lembro que no final da carta escrevi que mesmo que não a visse mais, nunca me esqueceria dela. E não vou.
      A Asa foi uma japonesa de 21 anos que conheci em Cracóvia (aliás, conheci tanta gente legal nessa cidade). Na verdade, nos conhecemos na saída do campo de concentração de Auschwitz. Não bastasse o clima pesado do local, não conseguíamos entender as placas em polonês e descobrir onde deveríamos tomar o ônibus para voltar à cidade. Foi esse sentimento mútuo, de se sentir perdido em todos os sentidos, que nos fez falar uma com a outra e nos uniu no objetivo de encontrar o ponto de ônibus. Encontramos e voltamos conversando. Saímos da estação e continuamos conversando até o centro medieval. Como estávamos viajando sozinhas, foi bom termos, a princípio, a companhia uma da outra pra tirar fotos. Mas acabou que quando percebemos, estávamos sentadas na praça principal há umas duas horas, conversando sobre nossas vidas. Era a primeira viagem que ela fazia sozinha, e apesar de estar conhecendo "lugares maravilhosos", ela se sentia perdida de vez em quando, perguntava a si mesma o que estava fazendo ali. Eu, coincidentemente, também fiz a minha primeira viagem sozinha ao exterior com 21 anos, e comecei a contá-la todas as coisas boas que aquela viagem tinha me trazido. Dei muitos conselhos, falei das experiências e das pessoas que conheci. Ela me agradeceu, disse que a conversa tinha lhe feito um bem danado e que ela se sentia mais aliviada. Eu contei também que eu partiria pra Praga no dia seguinte à noite; meu trem saía da estação às 22:15h. Ela disse que iria lá se despedir de mim.
      Na tarde seguinte começou a chover bastante na cidade, e como se não bastasse, roubaram o meu guarda-chuva no albergue. Fui andando até a estação sob raios e trovões, e cheguei lá encharcada. Naquela amolação toda eu até tinha esquecido da promessa que a Asa tinha me feito. O trem chegou uns 10 minutos antes e quando eu coloquei o pé no primeiro degrau pra subir escutei alguém me chamando. Quando olhei, lá estava ela, correndo e toda encharcada também. Ela realmente foi lá só pra me dar um abraço, só pra se despedir de mim. Olha, só teria sido melhor se na verdade tivesse sido o grande amor da minha vida a fazer isso!
      Mas valeu também. Porque são exatamente essas coisas que fazem as viagens valerem a pena. É conhecer pessoas como a Maria e Asa que me motiva a juntar todo o meu dinheirinho pra viajar, em vez de gastá-lo em coisas supérfluas. São essas experiências que tornam a viagem uma recompensa... Experiências que me fazem crescer, me tornam mais confiantes e tolerantes, me mostram novos caminhos, me fazem sorrir mesmo em momentos difíceis.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Chicago - Relato Geral


      Chicago é linda! Eu tinha grandes expectativas em relação à cidade, vários amigos e conhecidos que estiveram lá gostaram até mais dela do que de NY. Além disso, é a cidade de curtindo a vida adoidado, que eu amo (e de outros filmes legais, como alta fidelidade), então eu estava ansiosa para conhecê-la! E ainda assim minhas expectativas foram superadas! O loop de Chicago é bonito e organizado, cheio de esculturas e atrações turísticas. O lago Michigan dá um toque especial à cidade: em dias de sol, suas águas ficam azulzinhas, lindo demais de se ver! Com um pouquinho de calor, as praias lacustres enchem, fica muito gostoso fazer parte daquilo.


     Usamos o Airbnb para alugar um quarto com banheiro privativo (não era suíte, o banheiro ficava no corredor). O quarto era legal e o apartamento ficava perto de uma estação da linha azul dos trens, que é a que leva ao aeroporto e passa pelo centro. Quando eu estava pesquisando hospedagem, vi que a maioria ficava fora do loop (e que, por isso, eram mais baratas), a coisa de 4 a 6 km. Então quando comecei a olhar no Airbnb eu levei em consideração haver estação de metrô por perto e estar até uns 6 km do centro.  Aí encontrei esse, que parecia legal, tinha o metrô perto, banheiro só pra gente, estava a uns 4,5 km do Loop e tinha um preço ótimo. Fiz a reserva. O apartamento era legal, pudemos usar a lavanderia, o quarto era espaçoso, confortável, não tivemos problemas em relação a isso. Mas a vizinhança era meio estranha. Na verdade não tivemos nenhum problema lá, e até descobrimos um fast food caseiro muito gostoso e barato por perto (Gyro’s), mas era um lugar que não passava muita segurança à noite. No fim não me arrependi de ter ficado lá, porque foi tudo tranquilo, a locomoção foi fácil, tivemos privacidade e conforto a um preço ótimo, então valeu a pena. Mas recomendaria com essa ressalva.

      O metrô (que em Chicago é mistura de trem com metrô) é fácil de usar e leva às principais atrações da cidade. Como chegamos em uma quinta à tarde e fomos embora na terça seguinte de manhã, totalizando 6 dias, achamos melhor comprar o ventra (o cartão que se usa no transporte público, veja aqui: http://www.transitchicago.com/ventra/) com o passe de 7 dias.  Uma coisa legal é que nos fins de semana é permitido que bandas e cantores cadastrados façam apresentações nas estações. Vimos bandas de blues, rock, uma cantora super estilosa, bem legal.

      Os museus de Chicago são legais, mas caros, por isso acabamos comprando o citypass. A única coisa ruim é que tivemos que deixar o Adler Planetarium de fora. 

      Quanto à alimentação, o imposto de Chicago é o mais alto de todas as cidades que visitamos (9,5%), mas num geral a cidade é mais barata que NY, então dá pra comer bem. Um restaurante que gostamos muito foi o Luke’s Italian Beef (http://lukesitalianbeefchicago.com/), uma espécie de fast food de comida italiana, perto do Skydeck Chicago. As massas são boas e baratas, comemos muito bem e até voltamos.

Nova York - Relato Geral



      Tenho uma prima que está morando com a família em Mineola, Long Island, que fica a uns 35 minutos de trem de Manhattan. Aproveitamos pra passar uns dias lá. Além da visita e da segurança de estar em família, ajudou a economizar na hospedagem. No roteiro, ficaríamos em NY até a manhã de 24/04 (quando partiríamos pra Philly), eu chegando em 19/04 e meu namorado, em 21/04. Depois voltaríamos pra cidade em 05/05, retornando pro Brasil em 10/05. Decidimos o seguinte: ficar os primeiros dias em Mineola e os últimos dias em Manhattan (AirBnb).  

      Como os trens da Long Island Railroad chegam na Penn Station, que fica mais pro Midtown, optamos por fazer mais atrações do Midtown nos primeiros dias (porque aí dava pra fazer várias coisas a pé), e na volta a NYC, focar no sul da ilha (ficamos no Lower East Side).

    O legal de ter passado os primeiros dias na casa da minha prima é que conhecemos aquela vida americana de subúrbio que vemos nos filmes: casinhas lindas sem muro (algumas com as cerquinhas de madeira), grandes mercados, ônibus escolares parando nas esquinas, entre outros aspectos típicos. Uma coisa interessante (pelo menos pra mim) é que, quando eu via nos filmes, achava que esses bairros residenciais ficavam no meio do nada. Via só aquelas ruas residenciais, sem comércio, sem transporte público, e ficava com a impressão de que essas residências ficavam meio “isoladas”. Na verdade é tudo organizado: há as avenidas principais, com todo tipo de comércio e ônibus, e as ruas que as cortam são as residenciais. Então você está ai naquela rua típica e é só andar um pouquinho pra chegar a todas as lojas, mercados, hospitais, tudo.

      Mineola é uma graça! Muito organizada, se destaca no Nassau County (uma espécie de município, onde está localizada) pela qualidade de vida, e ainda fica relativamente perto de Manhattan (é comum muitos americanos saírem de Manhattan quando têm filhos pra morar nesses subúrbios – isso até aconteceu no final de friends, com a Monica e o Chandler). Minha prima mora a uns 5 minutos a pé da estação de trem, e de lá íamos pra Penn Station. No site da Long Island Railroad (http://www.mta.info/lirr) é possível ver os horários dos trens, as tarifas, essas coisas. Nós comprávamos o bilhete roundtrip (ida e volta), que dava um desconto de U$ 0,50. São duas tarifas, as do horário de pico, U$ 8,50, e as off peak, U$ 11,50. As tarifas variam conforme as estações em que você entra e sai, essas que citei eram as do trajeto Mineola – Penn Station. Já no trem, a cada estação passam fiscais pra validar o seu ticket, por isso ele deve estar sempre à mão. O engraçado é que essas validações eram feitas com uns furos. A gente sempre lembrava de How I Met Your Mother e de como eles zoavam o que os maquinistas falavam, porque realmente não dá pra entender quase nada do que dizem. 

      A Penn Station é bem central, na sétima avenida entre as ruas 34 e 35. Saindo de lá já se vê o Empire State (que fica na 34th st. com a quinta avenida). Usamos pouco o metrô nesses primeiros dias porque, como eu disse, fizemos muita coisa no Midtown a pé. Dá pra andar, mas anda-se MUITO. O metrô assusta no início, mas não é tão difícil quanto parece. Vou escrever um post especificamente sobre ele.

      Não compramos nenhum passe para as atrações turísticas da cidade, pois colocando no papel, vimos que sairia mais barato por conta própria. Não pagamos os preços sugeridos no MET e no Museu de História Natural, e fomos ao MoMa no período em que era gratuita a visitação. Também não compramos nenhum ingresso antecipadamente, com exceção do Top Of The Rock, porque os bilhetes são vendidos por horário e eu queria ir perto do pôr-do-sol, aí comprei pela internet antes, pra garantir o horário.

      Sobre a alimentação: NY é a mais cara de todas as cidades que visitamos (e talvez a mais dos EUA), então também foi onde comemos mais besteiras. E não comemos besteiras só pelos valores mais baixos... Nós andávamos tanto, que quando parávamos esfomeados comíamos a primeira coisa que encontrávamos. E na Big Apple você encontra pizza e cachorro quente em todos os cantos... Mas foi também em NY que descobrimos o Chipotle (https://chipotle.com), um restaurante de comida mexicana que tem arroz, feijão (e preto!), carne, salada, assim como aqueles molhos apimentados mexicanos (que você pode passar, se preferir), tudo isso por um bom preço (eese prato é o burrito bowl). 

      Na nossa volta a NY optamos por ficar em Manhattan, pra viver mais da ilha. Meu namorado já conhecia a cidade, mas essa foi minha primeira viagem. Alugamos pelo Airbnb um quarto no Lower East Side.  Ficamos em um apartamento de 2 quartos, sendo um da proprietária (na verdade ela também alugava o apartamento, então fingia que éramos amigos dela). Ela trabalhava em um bar, saía à noite e voltava de madrugada, por isso não tivemos preocupação quanto a horários, uso do banheiro, nada. De manhã evitávamos fazer barulho, por ela estar dormindo, e quando voltávamos à noite ficávamos tranquilos. A localização era ótima, a duas quadras da estação de metrô Essex Street. A vizinhança é bem legal, mais popular (e barata!) e menos turística, mas também badalada e alternativa. Vários bares e restaurantes por perto, e dava pra ir caminhando (bastante!) ao East Village, West Village e Chinatown.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Mochilão EUA: NY, Filadélfia, Washington DC e Chicago


      Meu namorado e eu fizemos uma viagem mochileira nos Estados Unidos, de 18/04/2015 a 10/05/2015.
    Nas minhas viagens nunca fui muito de anotar preços, nomes de restaurantes, essas coisas. Sempre escrevi sobre as impressões, as experiências em si, as pessoas que conheci. Dessa vez tentei guardar algumas informações mais úteis para postar aqui no blog e, quem sabe, ajudar alguém que venha parar por aqui quando estiver pesquisando pra sua viagem.
      Passamos por 4 cidades: NY, Filadélfia, Washington DC e Chicago. A princípio tinha planejado visitar também Boston, mas com a alta do dólar e o roteiro apertado, decidi cortá-la.
      Vou explicar por que optamos por essas cidades. Primeiro, eu AMO História, e foi na East Coast que começou os EUA (Treze Colônias Inglesas), foi declarada a independência, feita e assinada a Constituição Americana e onde hoje está a capital do país, além de abrigar a Big Apple, considerada por muitos a capital do mundo. E, geograficamente, é uma região pequena, estando as suas princiais cidades muito próximas, o que facilita o deslocamento entre uma e outra.
      Chicago está um pouco mais distante, no Meio Oeste (que fica mais pro leste, hehe), mas eu sempre morri de vontade de conhecê-la. Tenho amigos que falaram muito da cidade, que também é o cenário de filmes e séries que eu curto bastante, e como a própria descrição deste blog sugere, sou dessas pessoas que visitam lugares por conta de filmes, séries, livros e músicas (e vamos falar disso nos relatos!).
      Junte a tudo isso o fato de o meu namorado já conhecer a costa oeste dos EUA, por isso prefirimos esse roteiro mais leste, em que seria tudo novo pra mim e pra ele.
      Nossa viagem foi bem econômica. Não sei precisar exatamente o quanto gastamos, mas acredito que tenha sido de R$ 6 mil a R$ 7 mil cada um (com tudo: passagens, hospedagem, alimentação, transporte, passeios e umas poucas compras). Mesmo com o dólar alto, dá pra fazer uma viagem relativamente barata aos EUA, abrindo mão de “luxos” em hospedagem e pesquisando bastante opções de transportes e passeios mais baratos.
      Em relação à hospedagem utilizamos basicamente o AirBnb (NY, Filadélfia e Chicago), albergue (DC) e passamos alguns dias (em NY) na casa de uma prima minha que mora em Long Island.
      Nos transportes entre as cidades, como NY, Filadélfia e DC estão relativamente a pequenas distâncias, optamos pelos ônibus da MegaBus (e pagamos MUITO pouco!). Já nos trechos DC – Chicago – NY voamos pela United.
      Vou escrever um resumão básico de cada cidade, para depois postar sobre o roteiro e atrações. Espero que seja útil pra qum venha parar por aqui! :)